Jurídico AI lança plataforma para gestão e inteligência do contencioso trabalhista para departamentos jurídicos.

Saiba mais
Jurídico

Propaganda eleitoral nas redes sociais: Guia para advogados

Carlos Moura Carlos Moura 30/07/2026 16 minutos
Entenda as regras da propaganda eleitoral nas redes sociais e veja como advogados podem orientar clientes sobre pré-campanha, impulsionamento e IA.
Propaganda eleitoral nas redes sociais: Guia para advogados

A comunicação digital é uma das áreas mais sensíveis das eleições de 2026. Para advogados eleitorais, a atuação não deve começar apenas quando surge uma representação ou um pedido de remoção: ela deve incluir prevenção, revisão prévia de conteúdos, organização de provas e resposta rápida a incidentes.

A propaganda eleitoral no rádio, na televisão e na internet começa em 16 de agosto de 2026. Antes dessa data, a pré-campanha admite manifestações e atos políticos dentro dos limites legais, mas não autoriza pedido explícito de voto nem o uso de meios vedados.

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Qual é o papel do advogado na campanha eleitoral digital?

O advogado deve estruturar uma rotina de conformidade eleitoral para reduzir riscos ligados à propaganda antecipada, ao impulsionamento irregular, à divulgação de informações falsas ou descontextualizadas e ao uso inadequado de inteligência artificial.

Na prática, essa atuação envolve orientar quem cria, aprova, contrata, publica e impulsiona conteúdos. Também exige atenção às particularidades de cada perfil, plataforma, formato de mídia, período eleitoral e fonte de financiamento.

O objetivo não é impedir a comunicação política legítima. É permitir que candidatos, partidos, federações e equipes de campanha se comuniquem com segurança, preservando a liberdade de expressão dentro das regras eleitorais aplicáveis.

Quem precisa de orientação eleitoral?

A estratégia jurídica deve alcançar toda a cadeia de comunicação da campanha, e não apenas a pessoa candidata. 

Um conteúdo irregular pode ser produzido por terceiro, compartilhado por apoiador, impulsionado por fornecedor ou publicado por equipe de marketing sem validação jurídica.

Por isso, o advogado deve orientar:

  • Pré-candidatos e candidatos;
  • Partidos políticos, federações e coligações;
  • Coordenadores e dirigentes de campanha;
  • Agências de publicidade, marketing e comunicação;
  • Gestores de tráfego pago e redes sociais;
  • Produtores de vídeo, designers e redatores;
  • Influenciadores e porta-vozes contratados;
  • Apoiadores que atuem de forma organizada;
  • Responsáveis por sites, blogs, grupos e canais oficiais;
  • Empresas que forneçam tecnologia, mídia ou serviços digitais.

O primeiro passo é identificar os canais oficiais, os administradores de cada conta e as pessoas autorizadas a aprovar campanhas. 

Esse mapeamento ajuda a atribuir responsabilidades e a preservar evidências em caso de questionamento.

O que é permitido na pré-campanha eleitoral?

A pré-campanha não é um período sem regras. A Resolução TSE nº 23.610/2019 permite, desde que não haja pedido explícito de voto, a menção à pretensa candidatura, a exaltação de qualidades pessoais, a participação em entrevistas, a divulgação de posicionamentos políticos e a apresentação de projetos e propostas.

Também podem ocorrer atos como prévias, reuniões, debates e eventos partidários dentro das regras aplicáveis. O problema aparece quando a mensagem ultrapassa a divulgação legítima de ideias e passa a solicitar voto de forma expressa ou por linguagem equivalente.

A norma esclarece que o pedido explícito de voto não se restringe à frase “vote em”. Termos, slogans e expressões que transmitam o mesmo conteúdo, conforme o contexto da mensagem, podem caracterizar propaganda antecipada passível de multa. 

Confira o artigo a seguir:

Art. 3º-A da Resolução TSE nº 23.610/2019. Considera-se propaganda antecipada passível de multa aquela divulgada extemporaneamente cuja mensagem contenha pedido explícito de voto, ou que veicule conteúdo eleitoral em local vedado ou por meio, forma ou instrumento proscrito no período de campanha.

Parágrafo único. O pedido explícito de voto não se limita ao uso da locução “vote em”, podendo ser inferido de termos e expressões que transmitam o mesmo conteúdo. 

O que revisar antes de publicar?

Antes de qualquer publicação na pré-campanha, o advogado deve avaliar:

  • Se há pedido explícito ou equivalente de voto;
  • Se a mensagem anuncia candidatura ou divulga ação política de forma permitida;
  • Se o conteúdo será publicado em perfil pessoal, oficial, partidário ou de terceiro;
  • Se haverá pagamento, patrocínio ou impulsionamento;
  • Se a publicação utiliza recursos vedados no período;
  • Se a mensagem pode ser interpretada como propaganda eleitoral antecipada;
  • Se dados, pesquisas e declarações possuem fonte verificável;
  • Se imagens, áudios e vídeos foram manipulados ou gerados por IA.

A propaganda antecipada pode ser reconhecida quando houver pedido explícito de voto, utilização de local vedado ou uso de meio, forma ou instrumento proibido no período de campanha.

Checklist para anúncios pagos

  • Confirmar se o contratante está autorizado a impulsionar;
  • Verificar se a contratação ocorre diretamente com a plataforma;
  • Identificar claramente o conteúdo como impulsionado;
  • Conferir se há pedido explícito de voto no período de pré-campanha;
  • Arquivar orçamento, nota fiscal, comprovantes e relatório de entrega;
  • Registrar público, período, objetivo e segmentação da campanha;
  • Conferir compatibilidade com a prestação de contas eleitoral;
  • Evitar a promoção paga de conteúdo negativo contra adversários;
  • Não usar nome, sigla ou apelido de adversário como palavra-chave;
  • Pausar campanhas dentro dos períodos de vedação aplicáveis.

O TSE informa que, no período compreendido entre 48 horas antes e 24 horas depois da eleição, é vedada a veiculação de propaganda política em rádio e televisão, nos termos previstos no art. 5° da Resolução TSE 23.610/2019.

Enquanto a propaganda eleitoral gratuita na internet segue as regras específicas previstas na legislação. 

Como as restrições podem variar conforme meio, formato e conteúdo, a campanha deve submeter anúncios ativos a nova revisão antes das datas mais sensíveis do calendário eleitoral.

Como tratar apoio espontâneo?

Pessoas naturais podem manifestar espontaneamente suas preferências políticas e eleitorais em redes sociais. 

A liberdade de expressão, no entanto, não autoriza campanhas pagas disfarçadas de apoio pessoal nem contratação de indivíduos para veicular propaganda em seus próprios perfis.

O advogado deve diferenciar manifestação espontânea de divulgação remunerada. Se houver pagamento, monetização, benefício econômico ou outra vantagem oferecida para que alguém publique conteúdo político-eleitoral, a situação exige análise rigorosa das regras de propaganda e financiamento.

A orientação preventiva é não remunerar apoiadores, criadores ou perfis pessoais para publicar conteúdos eleitorais em nome da campanha sem estrutura jurídica e contratual compatível com a legislação. 

A equipe também deve evitar prometer benefícios, vantagens ou contrapartidas em troca de divulgação.

Como usar inteligência artificial com segurança?

A inteligência artificial pode ser utilizada para apoiar a criação de textos, imagens, áudios, vídeos e recursos visuais. 

Porém, a propaganda que use conteúdo sintético multimídia gerado ou significativamente alterado por IA ou tecnologia equivalente deve informar, de modo explícito, destacado e acessível, que houve fabricação ou manipulação e qual tecnologia foi utilizada.

A exigência se aplica quando a tecnologia é usada para criar, substituir, omitir, mesclar, alterar velocidade ou sobrepor imagens e sons. 

A finalidade é evitar que o eleitor seja induzido a acreditar que determinado registro audiovisual é autêntico quando, na realidade, foi produzido ou modificado digitalmente. 

Conforme o artigo da Resolução TSE 23.610/19 a seguir:

Art. 9º-B da Resolução TSE nº 23.610/2019. A utilização na propaganda eleitoral, em qualquer modalidade, de conteúdo sintético multimídia gerado por meio de inteligência artificial ou tecnologia equivalente para criar, substituir, omitir, mesclar ou alterar a velocidade ou sobrepor imagens ou sons, impõe ao responsável pela propaganda o dever de informar, de modo explícito, destacado e acessível, que o conteúdo foi fabricado ou manipulado e qual tecnologia foi utilizada.  

Como identificar conteúdo de IA?

A identificação deve ser compatível com o formato divulgado:

  • Em áudio, o aviso deve aparecer no início da comunicação;
  • Em imagem estática, deve haver rótulo ou marca d’água e audiodescrição;
  • Em vídeo ou conteúdo audiovisual, devem ser observadas as exigências aplicáveis ao áudio e à imagem;
  • Em material impresso, o aviso deve constar em cada página ou face.

Conforme o art. 9º-B, § 1º da Resolução TSE nº 23.610/2019:

Art. 9º-B, § 1º da Resolução TSE nº 23.610/2019. As informações mencionadas no caput deste artigo devem ser feitas em formato compatível com o tipo de veiculação e serem apresentadas: 

I – no início das peças ou da comunicação feitas por áudio; 

II – por rótulo (marca d’água) e na audiodescrição, nas peças que consistam em imagens estáticas; 

III – na forma dos incisos I e II desse parágrafo, nas peças ou comunicações feitas por vídeo ou áudio e vídeo; 

IV – em cada página ou face de material impresso em que utilizado o conteúdo produzido por inteligência artificial ou por tecnologia equivalente.

A Resolução também submete chatbots, avatares e conteúdos sintéticos usados na comunicação de campanha ao dever de transparência. É proibido utilizar esses recursos para simular interlocução com a pessoa candidata ou com outra pessoa real. Confira:

Art. 9º-B, § 3º da Resolução TSE nº 23.610/2019. O uso de chatbots, avatares e conteúdos sintéticos como artifício para intermediar a comunicação de campanha com pessoas naturais submete-se ao disposto no caput deste artigo, vedada qualquer simulação de interlocução com a pessoa candidata ou outra pessoa real.  

A finalidade dessa vedação é impedir que o eleitor seja induzido a acreditar que está interagindo diretamente com uma pessoa real, quando, na verdade, a comunicação é intermediada por inteligência artificial ou outro recurso tecnológico. 

A regra busca preservar a transparência na propaganda eleitoral e evitar práticas capazes de comprometer a autenticidade da comunicação política. 

Como prevenir a desinformação?

O advogado deve instituir um procedimento de verificação de informações antes que elas sejam transformadas em propaganda. 

A Resolução nº 23.610/2019 determina que o uso de qualquer conteúdo eleitoral pressupõe que candidatura, partido, federação ou coligação tenha verificado a existência de elementos que indiquem, com razoável segurança, a fidedignidade da informação.

Isso é especialmente importante para dados econômicos, números de políticas públicas, pesquisas eleitorais, decisões judiciais, estatísticas, falas atribuídas a adversários e vídeos curtos recortados de transmissões mais longas.

Protocolo de checagem de informações:

  • Exigir fonte oficial, documento público ou referência verificável;
  • Arquivar links, relatórios, documentos, vídeos e imagens originais;
  • Conferir data, autoria, contexto e integridade da informação;
  • Diferenciar opinião, promessa, estimativa e fato verificável;
  • Evitar publicar recortes fora de contexto;
  • Verificar a existência de decisões judiciais que proíbam determinada divulgação;
  • Corrigir ou retirar imediatamente conteúdos identificados como incorretos;
  • Registrar todas as providências adotadas após uma notificação.

A divulgação ou o compartilhamento de conteúdo fabricado ou manipulado para propagar fatos notoriamente inverídicos ou gravemente descontextualizados pode comprometer a integridade do processo eleitoral e gerar consequências eleitorais, civis e penais, conforme o caso.

Como agir diante de conteúdo irregular?

A resposta deve ser rápida, organizada e proporcional. Apagar uma publicação sem preservar a prova pode prejudicar a defesa; ignorar uma irregularidade, por outro lado, pode ampliar o alcance do dano e dificultar a demonstração de boa-fé.

Preserve as evidências

Registre URL, nome do perfil, data, horário, prints, vídeos, comentários, alcance, identificadores da publicação e eventual impulsionamento. Quando possível, salve a página em formato adequado e preserve os materiais originais da campanha.

Em situações mais graves, como deepfake, disparo em massa, falso perfil ou conteúdo com rápida viralização, a produção de ata notarialpode ser considerada conforme a necessidade do caso concreto.

Identifique a origem

O advogado deve verificar se o conteúdo foi publicado por perfil oficial, colaborador, agência, apoiador, adversário, veículo de comunicação, conta falsa ou perfil automatizado. 

A identificação da origem influencia a medida mais adequada, que pode variar entre correção, notificação, pedido de remoção, direito de resposta ou representação eleitoral.

Classifique a irregularidade

A análise deve apontar se há, por exemplo:

  • Propaganda eleitoral antecipada;
  • Impulsionamento irregular;
  • Desinformação;
  • Uso irregular de IA;
  • Ofensa à honra;
  • Uso indevido de imagem, voz ou identidade;
  • Divulgação de pesquisa irregular;
  • Disparo em massa;
  • Perfil falso ou simulação de identidade;
  • Violação de regras de propaganda na internet.

A classificação correta evita medidas genéricas e melhora a fundamentação de eventual pedido judicial.

Adote medidas imediatas

Se a campanha for responsável pelo conteúdo, deve avaliar a pausa do anúncio, a retirada da publicação, a correção da informação e a preservação dos registros internos. 

Se o conteúdo for de terceiro, pode ser necessário notificar a plataforma, solicitar remoção, buscar direito de resposta ou adotar medida perante a Justiça Eleitoral.

A Justiça Eleitoral deve atuar com a menor interferência possível no debate democrático. Ordens de remoção de conteúdo dependem de decisão fundamentada que reconheça violação das regras eleitorais ou ofensa a direitos de participantes do processo eleitoral.

Como montar um dossiê de conformidade?

A organização documental precisa ocorrer desde o início da pré-campanha. Um dossiê de conformidade eleitoral facilita a defesa, o controle de gastos, a revisão de materiais e a resposta a incidentes.

O advogado pode recomendar que o cliente mantenha uma pasta digital estruturada com:

  • Calendário eleitoral e cronograma interno de comunicação;
  • Lista de perfis, sites, canais e administradores oficiais;
  • Contratos com agências, fornecedores, influenciadores e gestores de tráfego;
  • Regras internas de publicação e aprovação de conteúdos;
  • Artes, vídeos, roteiros, legendas e versões aprovadas;
  • Fontes e documentos que embasaram afirmações factuais;
  • Relatórios e comprovantes de impulsionamento;
  • Notas fiscais, contratos e documentos financeiros relacionados à mídia;
  • Registros de uso de inteligência artificial;
  • Notificações recebidas, respostas e medidas corretivas;
  • Evidências de remoção, suspensão ou retificação de conteúdo;
  • Pareceres jurídicos e decisões eleitorais relevantes.

Esse controle ajuda a demonstrar que a campanha adotou medidas de prevenção e permite que o advogado localize provas sem depender de buscas urgentes em conversas, e-mails ou contas de redes sociais.

Como a Jurídico AI pode ajudar?

A atuação no Direito Eleitoral exige rapidez, precisão técnica e constante atualização da legislação e da jurisprudência. Nesse cenário, a Jurídico AI auxilia advogados e escritórios na elaboração de peças jurídicas, pesquisa jurídica, análise de documentos e otimização da rotina profissional com apoio de inteligência artificial.

Com a plataforma, é possível criar petições, requerimentos, contestações, recursos, pareceres e outros documentos jurídicos em poucos minutos, sempre com base nas informações fornecidas pelo advogado, reduzindo o tempo gasto com tarefas repetitivas e permitindo maior dedicação à estratégia do caso.

Além da elaboração de peças, a Jurídico AI oferece conteúdos e modelos voltados ao Direito Eleitoral, que podem servir como apoio na atuação prática. Entre eles, destacam-se:

  • Lei da Ficha Limpa: entenda os critérios de inelegibilidade e as principais hipóteses previstas na legislação.

Combinando inteligência artificial, automação de documentos e conteúdo jurídico atualizado, a Jurídico AI ajuda advogados a aumentar a produtividade, reduzir o tempo de elaboração de peças e conduzir demandas eleitorais com mais produtividade e eficiência.

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Fontes consultadas

Quando começa a propaganda eleitoral de 2026?

A propaganda no rádio, na televisão e na internet começa em 16 de agosto de 2026. Antes disso, há regras próprias para a pré-campanha.

Qual o papel do advogado na campanha digital?

Estruturar uma rotina de conformidade para prevenir propaganda antecipada, impulsionamento irregular, desinformação e uso inadequado de IA, orientando quem cria, aprova e publica os conteúdos.

Quem precisa de orientação eleitoral na campanha?

Candidatos, partidos, coordenadores, agências, gestores de tráfego, produtores de conteúdo, influenciadores contratados, apoiadores organizados e fornecedores de tecnologia.

O que é permitido na pré-campanha?

Pela Resolução TSE nº 23.610/2019, sem pedido explícito de voto, é possível mencionar a pretensa candidatura, exaltar qualidades, dar entrevistas e divulgar posicionamentos e propostas.

O pedido de voto se limita à frase “vote em”?

Não. O art. 3º-A da Resolução TSE nº 23.610/2019 diz que o pedido explícito pode ser inferido de termos e expressões com o mesmo sentido, o que pode caracterizar propaganda antecipada.

O que conferir em anúncios pagos?

Se o contratante pode impulsionar, se a contratação é direta com a plataforma, se o conteúdo está identificado como impulsionado, se há pedido de voto na pré-campanha e se os comprovantes estão arquivados para a prestação de contas.

O apoiador pode ser pago para postar sobre o candidato?

Não sem estrutura jurídica compatível. A manifestação espontânea é livre, mas pagamento ou vantagem para publicar conteúdo eleitoral exige análise rigorosa das regras de propaganda e financiamento.

Como identificar conteúdo de IA na propaganda?

Pelo art. 9º-B da Resolução TSE nº 23.610/2019: aviso no início dos áudios, rótulo e audiodescrição em imagens, ambos em vídeos e em cada página de material impresso.

Carlos Moura Carlos Moura 30/07/2026

Notícias mais lidas

Direito Civil

  1. 1 Devolução em dobro: quando pedir e como comprovar a cobrança indevida 21/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Cumprimento de sentença: prazos e como elaborar o pedido 21/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Golpe do Pix: o que fazer e como recuperar o dinheiro 20/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Ocultação de patrimônio: como localizar bens do devedor e quais medidas jurídicas adotar 19/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Declaração de hipossuficiência: modelo e requisitos 19/10/26 → Ler artigo
  6. 6 Recurso inominado: prazo, preparo e como elaborar 19/10/26 → Ler artigo
  7. 7 Trânsito em julgado: como identificar e o que fazer depois 19/10/26 → Ler artigo
  8. 8 Contrato de vesting: como estruturar cliff, cronograma e saída do beneficiário 16/10/26 → Ler artigo
  9. 9 O que significa decurso de prazo no processo? Efeitos e o que fazer 16/10/26 → Ler artigo
  10. 10 Exceção de pré-executividade: quando cabe e como elaborar 16/10/26 → Ler artigo

Direito Penal

  1. 1 Transação penal: requisitos, como funciona e atuação do advogado 19/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Cárcere privado: requisitos, penas e atuação do advogado 16/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Queixa-crime por injúria: prazo, provas e como elaborar 15/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Lesão corporal (art. 129 CP): provas, enquadramento e atuação do advogado 14/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Art. 121 do Código Penal: entenda o homicídio e suas principais modalidades 07/10/26 → Ler artigo
  6. 6 Art. 157 do CP: roubo majorado, latrocínio e teses de defesa 07/10/26 → Ler artigo
  7. 7 Alegações finais no CPP: prazos e como elaborar 01/10/26 → Ler artigo
  8. 8 Legítima defesa: requisitos, excesso e atuação do advogado 29/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Réu primário: o que significa e como afeta o processo penal? 21/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Dosimetria da pena: como calcular as três fases e evitar erros 21/09/26 → Ler artigo

Notícias sobre Direito

  1. 1 Compensação da dívida não reduz base dos honorários, decide STJ 20/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Usucapião de domínio na internet: STJ discute possibilidade 20/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Dia do Servidor Público e Finados 2026: cuidados com os prazos processuais 20/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Fim da escala 6×1 promulgado: quando começa a valer e o que muda 15/10/26 → Ler artigo
  5. 5 NR-1: STF suspende ações por 60 dias 14/10/26 → Ler artigo
  6. 6 Novas regras do SAC limitam espera e exigem atendimento humano 13/10/26 → Ler artigo
  7. 7 Penhora de salário: STJ admite medida para pagar dívidas não alimentares 02/10/26 → Ler artigo
  8. 8 STJ aprova novas custas judiciais: veja valores para 2027 26/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Lula assina MP que proíbe bets: veja os prazos e como recuperar o dinheiro 26/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Anac atualiza regras para atraso e cancelamento de voos 24/09/26 → Ler artigo

Jurídico

  1. 1 Autos remetidos, recebidos e em carga: o que significa cada movimentação do processo 20/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Preposto na audiência trabalhista: como preparar e evitar confissão 16/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Jurisprudência TJRJ: Passo a passo prático para localizar precedentes relevantes 16/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Como fazer peças que convencem com IA? Passo a passo na Jurídico AI com 7 prompts  14/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Como o advogado consegue clientes pelas redes sociais? O método de Victor Marinho 14/10/26 → Ler artigo
  6. 6 Engenharia de prompt para advogados: o método PACEF para a IA trabalhar a seu favor 08/10/26 → Ler artigo
  7. 7 O que significa processo concluso para julgamento? 07/10/26 → Ler artigo
  8. 8 Como preparar o cliente para audiência: orientações para advogados 06/10/26 → Ler artigo
  9. 9 Gestão financeira para advogados: como organizar o escritório 06/10/26 → Ler artigo
  10. 10 Constituição Federal: artigos essenciais para a prática jurídica 05/10/26 → Ler artigo

Recentemente publicadas

  • Capa sobre criação de peças processuais com IA, com documentos, caneta e tablet exibindo um editor de texto com destaques em roxo.
    Blog do Produto - IA para advogados

    Criação de peças processuais com IA: do caso à redação

    Conheça o fluxo de criação de peças na Jurídico AI, dos documentos à aprovação da estratégia e à revisão da minuta.

    → Ler artigo
    21 out, 2026
  • Capa sobre vínculo empregatício, com celular exibindo mensagens, comprovantes de pagamento e registros de jornada.
    Direito Trabalhista

    Vínculo empregatício: como comprovar e quais provas utilizar

    Saiba quais provas ajudam a demonstrar vínculo empregatício e como relacioná-las aos requisitos da CLT. Prepare a inicial ou a defesa com a Jurídico AI.

    → Ler artigo
    21 out, 2026
  • Capa sobre devolução em dobro e Tema 929 do STJ, com comprovantes de pagamento, caneta e celular com símbolos de estorno.
    Direito Civil

    Devolução em dobro: quando pedir e como comprovar a cobrança indevida

    Veja como fundamentar a devolução em dobro com o Tema 929 do STJ, comprovar os pagamentos e enfrentar o engano justificável com apoio da Jurídico AI.

    → Ler artigo
    21 out, 2026
  • Capa sobre cumprimento de sentença, com documentos, caneta, notebook exibindo uma minuta e agenda roxa.
    Direito Civil

    Cumprimento de sentença: prazos e como elaborar o pedido

    Confira os documentos, os cálculos e os prazos do cumprimento de sentença. Veja como preparar o pedido e as próximas manifestações com a Jurídico AI.

    → Ler artigo
    21 out, 2026
  • Capa com o título “STJ: compensação não reduz base dos honorários”, documentos, calculadora e pasta roxa.
    Notícias sobre Direito

    Compensação da dívida não reduz base dos honorários, decide STJ

    O STJ manteve os honorários sobre o valor da condenação, mesmo após a compensação integral do crédito. Entenda a decisão e prepare sua manifestação com a Jurídico AI.

    → Ler artigo
    20 out, 2026

Modelos Jurídicos

Veja mais
  • 21 out, 2026
    Modelo de Chamamento ao Processo

    Modelo de Chamamento ao Processo

    Modelo de Chamamento ao Processo para requerer a inclusão de devedor principal, cofiador, devedor solidário ou seguradora no polo passivo da ação.

    → Ler artigo
  • 21 out, 2026
    Modelo de Cessão de Direitos Possessórios

    Modelo de Cessão de Direitos Possessórios

    Modelo de Cessão de Direitos Possessórios para formalizar a transferência de posse de imóvel urbano ou rural, com cláusulas sobre tempo de posse, preço e encargos.

    → Ler artigo
  • 20 out, 2026
    Modelo de Requerimento de Certidão de Tempo de Contribuição

    Modelo de Requerimento de Certidão de Tempo de Contribuição

    Modelo de Requerimento de Certidão de Tempo de Contribuição para requerer a emissão de CTC para fins de contagem recíproca entre regimes previdenciários.

    → Ler artigo

Nossos produtos

  • Plataforma Jurídico AI para advogados Para advogados e escritórios

    IA para geração de peças e acompanhamento de casos

    Redação de peças, pesquisa de jurisprudência, transcrição de audiências e acompanhamento de casos. Com o seu tom de voz e o seu timbrado.

    Conhecer o produto
  • Plataforma Jurídico AI para departamentos jurídicos Para departamentos jurídicos

    IA para gestão do contencioso trabalhista

    Análise de processos, identificação de riscos e automação das rotinas do jurídico interno.

    Conhecer o produto